O filme começa no modo clássico. Uma casa enorme, a mãe sai do berço do bebê com a filha mais velha e o bebê morre. O filme vem para o futuro. Uma mãe chega nessa mesma casa com um bebê. Sua mãe está morando temporariamente lá com seu companheiro e uma jovem e bela mulher. A mãe colocou a casa para vender. No quarto, a mãe começa a ver o corvo, mas ninguém se preocupa com ela e sua dor. Katie Parker está maravilhosa!
Patricia Heaton é a mãe assustadora. Que mulher pavorosa. Eu comecei a desconfiar de que ou a mãe estava possuída com a bruxa, ou já tinha morrido e era fantasminha. O companheiro é Corbin Berson.A única que parece ajudar essa mulher e o bebê é a personagem de Emma Fitzpatrick. Agora vou começar a falar detalhes do filme e do final: A mãe do bebê acha inicialmente que a mãe não está bem porque tem essa jovem moça que é uma cuidadora, até que ela descobre que é ela que precisou de cuidados porque fez loucuras e se colocou em risco e o bebê. Por isso estaria seriamente machucada.
Eu fiquei chocada como esse filme fala de saúde mental. Achei que era um filme de fantasminhas, de algo sobrenatural e me deparei com um filme sobre saúde mental com uma profundidade arrebatadora. Me emocionei demais! Tenho ficado estarrecida o quanto filmes de terror tem falado com profundidade sobre saúde mental. Esse, com roteiro feito e dirigido por uma mulher, fala sobre maternidade, loucura pós traumática, afeto, amor, acolhimento. Fiquei estarrecida! Que filme!Beijos,
Pedrita







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