O filme começa no modo clássico. Uma casa enorme, a mãe sai do berço do bebê com a filha mais velha e o bebê morre. O filme vem para o futuro. Uma mãe chega nessa mesma casa com um bebê. Sua mãe está morando temporariamente lá com seu companheiro e uma jovem e bela mulher. A mãe colocou a casa para vender. No quarto, a mãe começa a ver o corvo, mas ninguém se preocupa com ela e sua dor. Katie Parker está maravilhosa!
Patricia Heaton é a mãe assustadora. Que mulher pavorosa. Eu comecei a desconfiar de que ou a mãe estava possuída com a bruxa, ou já tinha morrido e era fantasminha. O companheiro é Corbin Berson.A única que parece ajudar essa mulher e o bebê é a personagem de Emma Fitzpatrick. Agora vou começar a falar detalhes do filme e do final: A mãe do bebê acha inicialmente que a mãe não está bem porque tem essa jovem moça que é uma cuidadora, até que ela descobre que é ela que precisou de cuidados porque fez loucuras e se colocou em risco e o bebê. Por isso estaria seriamente machucada.
Eu fiquei chocada como esse filme fala de saúde mental. Achei que era um filme de fantasminhas, de algo sobrenatural e me deparei com um filme sobre saúde mental com uma profundidade arrebatadora. Me emocionei demais! Tenho ficado estarrecida o quanto filmes de terror tem falado com profundidade sobre saúde mental. Esse, com roteiro feito e dirigido por uma mulher, fala sobre maternidade, loucura pós traumática, afeto, amor, acolhimento. Fiquei estarrecida! Que filme!Beijos,
Pedrita







Li até a metade, parei na parte que vc diz que vai falar dos detalhes. Mas confesso que não é porque quero assistir, mas porque já fiquei assustada com o que li. kkk. Um dia hei de perder este pavor de filmes de fantasminhas!
ResponderExcluirBeijo!
vanessa, o surpreendente é q não é sobrenatural. foi um susto o final.
ExcluirFiquei interessada. Tenho me poupado de filmes de terror. Mas esse - ao que parece - é mais sobre psicologia, né?
ResponderExcluirnota: temos aqui no Brasil um gavião cujo nome é 'harpia'. Ele é a maior ave de rapina das Américas e, visto de frente, tem um aspecto assustador.
Beijo
marly, sim, a cara é de filme de terror mas não é. o desfecho é fascinante. fiquei em choque.
ExcluirNão, não gosto.
ResponderExcluirNem sei se tenho medo ou se tenho é raiva.
Beijo,
liliane, esse é bem interessante e nada sobrenatural.
ExcluirBoa tarde Pedrita. Ainda continuo só na literatura. Uma excelente domingo e bom início de semana.
ResponderExcluirluiz, boa semana.
ExcluirO que importa é gostarem! :)
ResponderExcluir-
A L E N T O... .
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Beijos. Bom Domingo. E uma boa semana.
cidália, exato.
ExcluirUm filme que trata da saúde mental de forma absurdamente profunda.
ResponderExcluirEsses roteiros escritos por mulheres tem uma força descomunal: loucura, maternidade, afeto, acolhimento e amor.
Uma fala necessária e que ecoa, permanece com a gente depois de ter assistido.
luli, resumiu bem. esses filmes com olhares femininos tem ido profundamente em questões femininas. eu fiquei muito, mas muito impactada.
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