Susanna segue para o Equador para tentar localizar o seu pai que esteve no Rio de Janeiro em 1970. Ele ficou em um apartamento com outros rapazes por dois meses. Sua mãe engravidou e eles decidiram pelo aborto. Ele foi embora, a mãe de Susanna não abortou, mas ele nunca ficou sabendo. O nome que sua mãe tinha dele era o pseudônimo. Nessa época, por segurança, as pessoas não usavam os seus nomes. Em uma entrevista, Susanna conta que sua filha foi convidada na escola para fazer a árvore genealógica e elas não sabiam nada do avô e que isso motivou a busca.
Susanna é muito bem recebida em Quito, no Equador, dá entrevistas, cola cartazes, procurando homens que tenham vindo ao Brasil na época e tenham entre 69 e 70 anos. Acompanhamos algumas entrevistas, alguns possíveis pais. Como no Brasil, Equador vivia uma ditadura, então alguns equatorianos viajaram ao Brasil, ou se refugiaram no Brasil, também uma ditadura.






Sem interesse.
ResponderExcluirPenso que se eu não soubesse quem era meu pai, não faria o que a cineasta fez.
E só valorizaria o pai que me criou.
Beijo,
Eu não tive um pai que me criou. Sou filha de uma mãe solo. Ela inclusive foi a que mais me incentivou a ir em busca da minha história.
ExcluirAqui é a susanna !
Excluirsusanna, que honra no meu blog, obrigada pelo belíssimo documentário. sim, vc teve mãe solo. eu q sou curiosa acho que já na adolescência procuraria por um pai. mesmo q na época só tivesse telefone com fio e poucos recursos.
ExcluirA Ditadura foi uma lição que alguns não aprenderam.
ResponderExcluirGramado fica a 1 hora e 30 aqui da casamadeira, gostava
de acompanhar os festivais, atualmente não acompanho mais.
Adorei o post.
Boa continuação de semana.
inacreditável quem não se horroriza com a ditadura. q maravilha, sempre quis ir a gramado no festival. mas tudo deve ficar caro demais no período. obrigada.
ExcluirQuero ver. Fiquei comovida com a busca da Susanna.
ResponderExcluirBeijo
marly, vc vai gostar, é lindo.
ExcluirQuero muito ver esse, ainda nao vi.
ResponderExcluirsergio, ah, eu estava assim. não é fácil achar.
ExcluirDeve ser um documentário muito sensível e triste. Gostaria de assistir.
ResponderExcluirheloísa, acho que vai gostar, sim, é bem triste.
ExcluirQue mulher corajosa, forte e ao mesmo tempo de infinita sensibilidade e doçura.
ResponderExcluirDeve ser muito emocionante e tbm muito necessário essa narrativa.
Levo a indicação.
luli, eu amo questões investigativas e nesse caso com tanto envolvimento, acabou emocionando. os relatos tb.
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