Terminei de ler O Cônsul Honorário (1973) de Graham Greene. Eu adoro esse autor e ele é fácil de achar em sebos. Eu comprei esse, exatamente dessa capa, por R$ 6,00. É uma edição do Círculo do Livro. É fácil achar em sebos virtuais e reais. Eu particularmente não gostei dessa capa, é de 1973 e é do Círculo do Livro, então eles podem ter exigido ao responsável que fizesse algo chamativo, apelativo mesmo. E ficou feia, desculpe a quem fez, sei que deve produzir capas melhores. Mas essa capa tem sim, tudo a ver. eu gosto muito do Graham Greene porque ele ambienta seus livros em geral em regiões degradas, com problemas políticos. Ele sempre me impressiona com o olhar que ele tem aos conflitos de liberdade em países. Dessa vez a trama é ambientada na Argentina, na época da ditadura.
Obra "Me quedo con Ustedes" (1979) de Raul Schurjin
Obra La Vitrorela de Carlos Torrallardona
Anotei só a frase inicial de O Cônsul Honorário de Graham Greene. O livro é tão emocio-nante que eu acabava não querendo parar para anotar. E os textos finais são bons para ler depois de conhecer toda a obra e na íntegra:
“O Dr. Edurado Plarr permaneceu de pé no pequeno porto do Paraná, entre os trilhos e guindastes amarelos, fixando a vista no ponto onde um penacho horizontal de fumaça alongava-se sobre o Chaco.”
Escolhi colocar as pinturas de autores onde foi ambientada a obra, na Argentina e o músico também é argentino.
Música: luis alberto spinetta - durazno sangrandoGet this widget Track details eSnips Social DNA
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| From Mata Hari e 007 |
Beijos,


É muito engra-çado o cabelo da prota-gonista sempre arruma-dinho. Ela e o estudioso ficam em uma igreja, com muito pó e destruição caindo na cabeça deles e quando eles vão lá fora ver o que ocorreu, ela não tem pó mais em nenhum lugar e nem um fio de cabelo fora do lugar. Era uma época que achavam que a mocinha tinha que estar sempre impecável, mesmo que não fosse realista. Hoje a opção é por estar mais próximo da realidade. Gostei da ideia do Spielberg usar uma criança para ser protegida pelo pai. Nesse Guerra dos Mundos é a mocinha indefesa que precisa ser protegida. Ela grita o tempo todo, é frágil. Realmente não convenceria nos dias de hoje uma mulher tão sem fibra e covarde. Uma criança parece realmente mais frágil. Os dois são interpretados por 


Adorei que no final aparece escrito na tela para que nós, público, que acabamos de ver o filme, não contemos o segredo do filme para ninguém.







