Assisti a série Long Bright River (2025) na HBOMax. Essa série figurava em várias listas de melhores séries do ano, resolvi ver. É baseado no livro de Liz Moore. É policial e gostei bastante de falar de modo realista de dependentes químicos, sem idealizá-los ou condená-los. Só mostrando um pouco da realidade de quem convive com dependentes na família, como os dependentes mal sobrevivem e como tentar lidar com a questão.
Amanda Seyfried está ótima. Ela é uma policial e faz ronda em um ponto de dependentes químicos. Ela acaba de mudar de parceiro de trabalho, Dash Mihok.
Jovens dependentes químicas começam a desaparecer e aparecer mortas. Para conseguir sustentar o vício muitas se prostituem e alguém as está colocando em risco. Com o tempo descobrimos que a irmã da policial, Ashleigh Cummings, está desaparecida. A policial não conta a ninguém, mas é ela que percebe que as mortes não são por overdose. Fala pra legista, Britnet Oldford, que descobre que é verdade.
A policial procura seu antigo parceiro, agora afastado da polícia, para ajudá-la. Ele é o ótimo Nicholas Pinnock. Ele sabe um pouco da família disfuncional dela. O final desanda um pouco. É bom, bem realizado, mas fiquei com a sensação que tentaram soluções para garantir que Pinnock não estivesse em uma possível continuação. Isso acontece bastante. O ator não quer continuar no projeto, então encontram uma solução para afastá-lo. Na série, a solução é artificial. O nome da série cai meio de paraquedas ao final, bem forçado.
Muito bonitas as cenas finais com as dependentes químicas.
Tema recorrente e, infelizmente, sempre atual. Dei uma sumida no final do ano, e aproveito para lhe desejar um ano novo muito feliz. Beijo,
ResponderExcluirParece interessante. Outra série que já classificaram como a melhor do ano é a tal Pluribus, que quero ver.
ResponderExcluirBeijo
Bom dia minha querida amiga Pedrita. Concordo plenamente com você. Impossível saber o que se passa na cabeça de um artista.
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