Uma jovem acompanha o relacionamento conturbado dos pais. O pai engana a mãe, mas sempre que vai visitar a filha, eles ficam de novo e a mãe se magoa de novo. Essas idas e vindas dão o tom do relacionamento igualmente conturbado da filha. É um filme muito, mas muito psicológico.
Uma nova aluna chega na escola. Ela se aproxima da jovem e começam uma relação muito intensa de amizade, como costuma acontecer nessa época. Essa nova aluna gosta de brincar com os sentimentos dos outros, de testar os limites do afeto do outro e faz um estrago nos sentimentos da outra adolescente que não respira, guarda tudo pra si. A nova aluna também tem sérios problemas familiares e um emocional bem perturbado. Elas tem um desentendimento, e a nova aluna começa a praticar um ataque feroz a outra jovem que fica em silêncio. Alguns amigos ficam com pena, mas essa jovem se fecha, se isola, e sofre tudo sozinha. Os ataques são escritos em paredes da escola, mas a instituição também parece alienada em interferir na violência. É um filme triste demais!
As duas estão incríveis. Joséphine Japy impressiona na interpretação excessivamente introspectiva e silenciosa. Lou de Lâage também está muito bem.
Beijos,
Pedrita

























