O texto destoa nos dias de hoje. A mãe é uma mulher independente, viúva, professora, que esconde uma doença da família, até mesmo da profissional que trabalha na casa dela, muito estranho que tenha um discurso tão retrógrado sobre casamento e homossexualidade. A filha é uma médica, todos mandam nela. Tem um casamento péssimo, o marido é muito agressivo com ela. É bem estranho que a filha queira ficar com o pai. O pai era agressivo com todo mundo, inclusive no trabalho, difícil que a filha preferisse ficar com ele e muito destoante também o preconceito da filha. Que ficasse um pouco rebelde, dormisse na casa do pai para afrontar a mãe, mas bem surreal querer morar com o pai. O pai é interpretado por Marat Descartes. A funcionária da casa por Graça Andrade.
A médica é incapaz de lutar pelo que quer. Todo mundo faz dela o que quer. Eu achei que finalmente ela tinha encontrado um amor saudável, mas a parceira é igualmente agressora. Na hora que a médica mais precisa de apoio, a parceira desaparece. Pelo jeito só queria o bem bom da relação. Quando a relação começa a tomar contornos mais sérios ela desaparece da vida da outra. Mui amiga. Ela é interpretada por Cláudia Missura. O médico é interpretado por Genézio de Barros. Uma graça a menina que faz a filha interpretada por Bruna Carvalho.
Beijos,
Pedrita






















