segunda-feira, 5 de agosto de 2019

Tomb Raider

Assisti Tomb Raider (2018) de Roar Uthaug no TelecinePlay. Relutei muito em ver essa versão já que a com a Angelina Jolie foi muito sofrível. Eu particularmente não ouvi nada a respeito dessa, então adiei o que pude. Mas é muito bom! Eu amo a Alicia Vikander e foi o único motivo que me fez assistir a essa versão.

O filme tem todos os ingredientes do gênero. Lara Croft está sozinha, não quer nada do seu pai milionário desaparecido (Dominic West). Ela pratica luta, faz inúmeros esportes, participa de competições clandestinas de bike. Gostei da forma como colocam ela ter habilidades físicas, ela vive no submundo e lá aprende muitas atividades pra sobreviver. Com muito custo aceita assinar que concorda que ele morreu, e aí descobre algo que ele deixou pra ela e ela começa a investigar. A diretora da empresa que o pai deixou é interpretada por Kristin Scott Thomas. Na empresa está também o personagem do Derek Jacob. Na mansão há um laboratório escondido no mausoléu da família, inúmeros quebras-cabeças pra abrir portas, novas pistas.

Ela descobre que provavelmente seu pai foi a uma ilha e segue para lá. Encontra outro filho (Daniel Wu) que perdeu o pai na infância na mesma época e juntos seguem para a ilha. São lindas as locações. Só achei meio furado ela pegar um arco e flecha e mesmo tendo acesso a armas ultra poderosas fica lutando com seu arquinho fugindo de metralhadoras.

As armadilhas na caverna fazem o filme ficar uma delícia. Gostei muito. Também muito tenso e inteligente quando a Lara Croft se apoia em um avião e vai despencando. O vilão é interpretado por Walter Goggins.

Beijos,
Pedrita

domingo, 4 de agosto de 2019

A Página

Assisti ao curta A Página (2015) de Guilherme Andrade no Canal Brasil. Que grata surpresa esse filme ganhador de vários prêmios. O filme tem pouquíssimos diálogos. Duas mulheres e suas vidas cotidianas, lavar roupa, cuidar da casa. Uma fica alegre com um telefonema, a outra aflita.

Denise Weinberg tem uma vida mais confortável que a outra. Ela conta ao marido que um rapaz vai sair da Fundação Casa e o pai fica aflito. A outra é a mãe do garoto que vai ser solto. Ficamos sabendo que o menor matou o outro rapaz que era estudante universitário. A outra mãe é interpretada por Fernanda Viacaya. O curta passa-se nesse dia da notícia do rapaz que vai ser solto e no dia seguinte.
O diretor pensa em fazer um longa partindo desse roteiro, espero que consiga e que seja pelos olhares das mães. Gostei muito do curta mostrar a trama pelo olhar de cada uma dela.

Beijos,
Pedrita

sexta-feira, 2 de agosto de 2019

Versailles - 3ª Temporada

Assisti a 3ª Temporada de Versailles de Jalil Lespert na GNT. Eu adoro essa série e que pena que acabou, mas também agora seria necessário envelhecer os personagens, em manter os atores no projeto, enfim. Espero que façam reinados posteriores, há muita história pra contar.

Luís XIV (George Blagden) está mais fanático religioso, insuflado por sua amante, a Madame de Mantenon (Catherine Walker). Os reis achavam que eram reis por providência divina, que eram escolhidos por Deus. E Luís XIV leva essa crença a consequências absurdas. 


Toda vez que a população se rebelava, ele aumentavam mais os impostos e as mortes aos revoltosos. O único benefício que fez foi colocar iluminação pública, mas penalizou mais ainda a população para os custos das obras. Há um elenco bem extenso nesse núcleo.


 Nessa temporada a rainha (Elisa Lasowski) morre. Achei que as licenças poéticas dessa temporada foram um pouco longe demais. A rainha teria morrido de um inseto que entrou em sua cabeça e que foi colocado de modo criminoso em seu leito. Eu li que a rainha morreu na verdade de um tumor. E sim, poderia ter ficado enlouquecida já que um tumor pode enlouquecer se for na cabeça. Outra licença poética foi inspirada na lenda da Máscara de Ferro. A trama toma muito tempo nesse segredo e enfraquece. O rei estava cada vez mais insano, violento e fanático religioso, as articulações enfraquecem um pouco e do nada ele volta a ser o que era com a solução da lenda. Acho que a trama tinha temas demais pra precisar colocar essas lendas na trama.
Nessa época Luís XIV faz uma verdadeira perseguição aos protestantes. Eram muitos em Versailles e ele exige a conversão, os que não quiseram foram presos e alguns mortos.


Dois filhos aparecem. Já em idade pra casar, eles são levados a Versailles para as articulações políticas. Um é de Luís XIV e a filha do seu irmão. Luís XIV não aceitava crianças em Versailles, que eram levadas do local. 
Beijos,

Pedrita

quarta-feira, 31 de julho de 2019

Conectados - O Musical

Assisti Conectados - O Musical de Hudson Glauber no Teatro das Artes. Que graça de espetáculo! São 6 jovens que vão participar de uma seleção de elenco e se conectam. Todos são ótimos musicalmente: Luckas Moura, Gabriel Moura, Dorgival Júnior, Giulia Ayumi, Vicky Valentim, Carolina Amaral e Madu Araújo. Uma graça as canções de Thiago Gimenes.


Enquanto eles aguardam a hora de se apresentar, contam um pouco das suas histórias. Muito bom ver tanto jovem talentoso investindo em arte e a peça debate exatamente essa questão, a luta por conseguir trabalho e visibilidade, árdua tarefa. Conectados - O Musical fica em cartaz até o fim de agosto.


Beijos,
Pedrita

terça-feira, 30 de julho de 2019

Missão Impossível - Fallout

Assisti Missão Impossível - Fallout (2018) de Christopher McQuarie no TelecinePlay. Demorei pra ver porque nunca sei quais eu já vi, tenho sempre que pesquisar porque não gosto de ver pulado. Eu gosto dos roteiros mirabolantes das missões impossíveis. Hoje com muita tecnologia ficam mais instigantes ainda.

O personagem do Tom Cruise precisa resgatar três bolas de plutônio que um grupo quer detonar. Daí a trama fica muito, muito mirabolante, mas muito interessante. Eu logo adivinhei que tinha um traidor e quem era, mas não perdeu o charme porque tem muita questão interessante. Adoro a dupla que trabalha com o protagonista: Ving Rhames e Simon Pegg. O elenco é ótimo: Rebecca Fergurson, Henry Cavill, Alec Baldwin, Sean Harris, Angela Basset e Michelle Monagan.
O filme passa por vários países, os lugares são maravilhosos!

Beijos,
Pedrita