
Assisti
O Sacrifício (2006) de
Neil LaBute no
Telecine Premium. É uma co-produção entre
Estados Unidos e Alemanha e uma re-filmagem de um filme de 1973. Lixo puro, nunca vi um filme tão ruim. Eu vi que o protagista é o ótimo
Nicolas Cage e achei que ruim não seria, realmente, não é ruim, é péssimo. O início do roteiro de
Anthony Shaffer até quem tem uma estrutura interessante.
Nicolas Cage é um policial, em uma estrada ele pára um carro com uma mulher e uma criança, por vários motivos um caminhão destrói o carro e ele fica traumatizado. Nisso ele recebe uma carta de sua ex-noiva precisando de sua ajuda para localizar sua filha desaparecida.

Sua ex-noiva vive nessas comunidades ligadas a alguma seita fanática, que rompem qualquer vínculo com a civilização e ele suspeita que façam sacrifícios com crianças para melhorar a colheita. O desfecho é tão idiota que eu dizia: -não, não pode ser, isso não vai acontecer. Quando terminou eu não me conformava do desfecho tão idiota. Não sei se a versão de 1973 é tão ruim assim. Fora que
O Sacrifício é ambientado nos dias de hoje, mesmo que os celulares não peguem em lugares ermos, ele avisou a polícia que ia investigar o sumiço da criança, ninguém foi com ele e ninguém foi averigüar a demora dele voltar. E no final mostra que haverá uma continuação dos sacrifícios, é tão clichê terminar um filme assim. Realmente o
Nicolas Cage deve ter feito um sacrifício enorme pra atuar nesse filme péssimo.

O
elenco traz só belas mulheres interpretadas por
Kate Beahan, Ellen Burstyn, Frances Conroy, Molly Parker, LeeLee Sobieski, Diane Delano, entre outros.
O Sacrifício foi indicado ao
Framboesa de Ouro de
Pior Filme, Pior Ator (Nicolas Cage), Pior Dupla (Nicolas Cage e seu casaco de urso), Pior Roteiro e Pior Remake ou Imitação Barata. Uma pena que não ganhou nenhum desses prêmios.
Beijos,
Pedrita