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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Millennium: Os Homens Que Não Amavam as Mulheres

Assisti Millennium: Os Homens Que Não Amavam as Mulheres (2011) de David Fincher na HBO. O 007 já vinha falando faz tempo para eu ver esse filme. Aí liguei pra ele assim que vi e ele queria saber qual versão. Eu vi o americano. o primeiro é sueco. A série Millennium foi escrita pelo sueco Sieg Larsson. São três livros e já existem os três filmes suecos, americano só esse. O primeiro livro tem exatamente subtítulo parecido com o do filme no Brasil, Os Homens que Odeiam as Mulheres. Nos Estados Unidos mudaram o título. Há os filmes suecos e uma série para televisão. O 007 deixou vários recados para colocar no blog, ele adorou as duas atrizes que fazem a Lisbeth. A que vi é a Rooney Mara, realmente ela está incrível e esse personagem é incrível. O filme todo é incrível.

O 007 preferiu muito mais o Daniel Craig no papel do Mikael, como eu não vi o filme sueco não tenho como comparar. Mas esse ator está incrível nesse filme e o 007 tem razão, desglamurizaram ele. A trama é toda complexa , muito complexa e a série Millennium é bastante violenta e triste. Daniel Craig interpreta um jornalista, ele antecipa dados de uma matéria investigativa, o acusado dá um jeito de prejudicá-lo e manchar a reputação e a imagem dele. Ele trabalha na revista Millennium e é aconselhado a tirar umas férias. Nesse meio tempo surge um homem que o contrata para que ele escrever uma biografia da família dele. Um homem rico da Suécia e ele vai para a Suécia.

Na verdade a biografia é uma fachada para a família porque esse homem deseja saber informações sobre o desaparecimento de uma parente, uma moça de 16 anos, que desapareceu há 40 anos. A família é toda dilacerada, há vários nazistas. Há várias casas no terreno, praticamente cada um mora sozinho em uma delas. O nazista pode ainda falar com uma mas não falar com esse homem rico, mas essa uma fala com o homem rico. É uma teia complexa de relacionamentos e maus relacionamentos. É uma trama intrincada, difícil, bem realizada, com ótimo elenco. Millennium fala de vários temas, nazismo claro, intolerância, preconceito. Surpreendetemente a mulher mais andrógina, que poderia ser uma vilã, tem um caráter muito maior que os homens de pureza da raça, bem vestidos, com belas casas e socialmente impecáveis. Essa ironia é o que mais gostei no filme. Esse homem rico é interpretado pelo Christopher Plummer. Alguns outros do elenco são Stellan Skarsgard, Steven Berkoff, Robin Wright, Yorick van Wageningen, Joely Richardson, Geraldine James, Donald Sumpter e Julian Sands. Os Homens Que Não Amavam as Mulheres ganhou Oscar de Melhor Edição.



Beijos,
Pedrita

quarta-feira, 25 de setembro de 2019

Millennium: A Garota da Teia de Aranha

Assisti Millennium: A Garota da Teia de Aranha (2018) de Fede Alvarez no HBOGo. O original não tem Millennium no nome, nem teria prestado atenção, mas só por ter Millennium me fez querer ver. Eu só tinha visto um filme da série de David Lagercrantz, o americano. Há três episódios da série sueca que nunca consegui ver. Está disponível no Now, mas precisa comprar individualmente cada um.

O 007 comentou que achava que eu não conseguiria entender porque não vi a série sueca, não é verdade. O filme explica muito bem os problemas familiares da protagonista logo no começo. Não deixa dúvida alguma. E complementa essas informações depois. Foi bem estranho ver esse filme com outros atores fazendo os personagens, foi o que achei mais difícil de ver. A protagonista é muito miúda, a do outro filme é bem alta, a outra mais andrógena, mas as duas são ótimas. Nesse a protagonista é interpretada por Claire Foy. O jornalista agora é interpretado por Sverrir Gudnason.

A protagonista salva mulheres de homens abusivos. Ela é especialista em computadores, é hacker, então é procurada por um cientista para roubar a pesquisa dele da instituição para que não seja feito mal uso. Só que quando ela rouba, ela é roubada. O cientista acha que ela que deu o golpe, uma trama muito intrincada. O cientista é interpretado por Stephen Merchand. O americano que vai resgatar o objeto roubado por Lakeith Stanfield.
Beijos,
Pedrita

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2024

Millennium: Os Homens que não Amavam as Mulheres

Assisti Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres (2009) de Niels Arden Oplev no Film&Arts. Eu tinha visto o americano desse filme que comentei aqui. O 007 comentou que tinha o sueco e que eram três episódios. O primeiro tem 2h45 e é baseado no livro série Millennium de Sieg Larsson, jornalista e escritor sueco.

Nesse os protagonistas são Noomi Rapace e Michael Nyqvist. Eles são excelentes! A base é um filme clássico de serial killer, mas Millennium fala muito de supremacia da raça, nazistas, violência contra a mulher, poder. Os dois filmes são violentos, mas essa versão é bem mais explícita. 
O jornalista é procurado pra investigar a morte de uma jovem. E a outra jovem acaba ajudando e ela passa a trabalhar pra ele. Incrível o preconceito da família com a jovem por ser diferente. É uma família cheia de segredos, silêncios, são bem hostis.


Beijos,
Pedrita

sexta-feira, 1 de março de 2024

Millennium 2: A Menina que Brincava com Fogo

Assisti Millennium: A Menina Que Brincava com Fogo (2009) de Daniel Alfredson no Film&Arts. O primeiro dessa trilogia está aqui
 

Um ano se passou depois do outro. Os dois tomaram rumos diferentes. Ele (Michael Nyqvist) volta a trabalhar no jornal e ela está sumida. Primeiro vemos ela em um lugar paradisíaco, em um hotel luxuoso a beira mar. Ela (Noomi Rapace) volta, deixa uma amiga ficar no apartamento dela e começa a montar um apartamento grande, espaçoso, lindo, iluminado, com belos objetos.
Homens são mortos e ela é a principal acusada. Ela se esconde e passa então a provar a sua inocência. Ele também acredita na inocência dela, mas eles não se encontram. Como sempre é ela que envia via computador algumas pistas que descobre, mas eles não se falam. É muito triste toda história. É quando conhecemos melhor o seu passado, as violências que sofreu. É bastante triste.


Beijos,
Pedrita

segunda-feira, 25 de março de 2024

Millennium 3: A Rainha do Castelo de Ar

Assisti Millennium 3: A Rainha do Castelo de Ar (2010) de Daniel Alfredson no Film&Arts. Terminei a trilogia e vou ficar com saudades!

Lisbeth (Noomi Rapace) e o pai são levados ao mesmo hospital. É quando começamos a entender a trama toda de perseguição nela. O pai está envolvido em uma organização criminosa que quer o abafamento a todo custo. Ela e o pai são testemunhas vivas, precisam ser eliminados. Por sorte um médico (Aksel Morrise) sensível percebe que algo está muito errado e a protege. E os jornalistas (Michael Nyqvist) passam a investigar os envolvidos pra fazer um dossiê inocentando-a. Gosto da série mostrar a importância do jornalismo investigativo e da valorização do jornalismo tão importante para os cidadãos.
A série é toda muito triste! O tempo todo eles querem provar que ela tem problemas psiquiátricos e que teria que ficar internada pra sempre. Aos 12 anos ela ficou amarrada 381 dias em uma clínica e foi abusada pelo psiquiatra. O filme não deixa muito claro o abuso, é subentendido, mas o psiquiatra consumia pornografia infantil. O grupo quer interná-la pra sempre pra eles ficarem protegidos. Tentam matá-la também. Ela consegue uma rede de apoio corajosa. Os jornalistas. A advogada (Annika Hallin) que quando vê do DVD que Lisbeth gravou do estupro do seu tutor, as violências que sofreu com um homem sadomasoquista, entende todos os horrores que ela passou desde a infância, entende que ela tem que ser protegida. Mas Lisbeth também sabe se defender, com palavras, investigações. Ela tem uma amigo hacker como ela que igualmente consegue provas. Quem deveria protegê-la, os psiquiatras, os tutores, o pai, todos são verdadeiros monstros e estupradores. Estranhamente vi um dia antes de descobrirmos monstros brasileiros que deveriam proteger os cidadãos, arquitetando homicídios. 
Os outros dessa série e da americana estão aqui.

Beijos,
Pedrita