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domingo, 3 de março de 2019

Jurassic World: Reino Ameaçado

Assisti Jurassic World: Reino Ameaçado (2018) de J. B. Bayona no TelecinePlay. Uma hora eu ia ver esse filme, mas quando a Liliane do Paulamar fez um post antecipei pra ver. Vou ler agora o post dela. Eu tinha gostado do anterior. Esse é bom, tem um roteiro central muito interessante, mas forçam demais, furos demais, muito longo. Uma edição mais apurada e uma retirada de exageros e erros fariam o filme bem mais interessante.

Um grupo procura os antigos especialistas do parque dos dinossauros. Há um vulcão que vai matar todos os dinossauros na ilha. Esse grupo prepara o salvamento de alguns. Continuam na trama os personagens de Chris Pratt e Bryce Dallas Howard. Gostei muito dos dois jovens que vão ajudar no salvamento: Justice Smith e Daniella Pineda. Esse Jurassic World é bem trágico e pesado. Dificílimo ver o sofrimento dos dinossauros. Quando o grupo está fazendo o salvamento eles descobrem que era uma cilada, conseguem voltar escondidos nas embarcações. Muito mal feita e nada engraçada a cena do protagonista grogue com o remédio tentando fugir antes da lava pegar o pé dele. Os gases que o vulcão emite, o calor do local, matam muito antes da lava tocá-lo. Ele não conseguiria nem acordar entorpecido com os gases e o calor. 
Os dinossauros seguem para a mansão do senhor que ia salvá-los que é igualmente engando e assassinado, interpretado por James Cromwell. Muito pesada essa cena, a neta vê o assassinato. Uma graça a atriz que faz a menina, Isabella Sermon. Nesse núcleo está ainda a personagem da Geraldine Chaplin que simplesmente desaparece da trama. Ela é mandada embora mas tem uma relação direta com a menina, não iria embora assim. Acho que o filme ficou muito longo e na hora de cortar, deixaram o que era mais chato e cortaram o mais necessário. Deixaram a cena insuportável e longa do dinossauro vilão perseguindo os mocinhos, eita cena que não acaba e chata. Alguns vilões foram interpretados por Toby Jones, Ted Levine e BD Wong.

Eu sofri demais com o sofrimento dos dinossauros, primeiro na ilha, depois enjaulados, não vi como filme de entretenimento, não me diverti, só queria que os dinossauros se salvassem. Alguns poucos conseguem se salvar e se espalham na terra. O filme termina dizendo que nós teremos que conviver agora com os dinossauros deixando claro nova continuação. Provavelmente novamente de muito sofrimento e zero entretenimento.

Beijos,
Pedrita

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Jurassic World

Assisti Jurassic World (2015) de Colin Trevorrow no TelecinePlay. Eu queria um filme para distrair, tinha visto uns trechos desse zapeando, quis ver. Achava que era um remake do fantástico do Steven Spielberg de 1993, nesse ele está na produção. Só depois que vi que é o quarto da série. Nem sabia que os filmes tinham continuado. Acabei pulando tudo então.

Eu fiquei com a sensação que esse ganhou Framboesa de Ouro. Os animais são incríveis, a tecnologia fez muito bem a série, mas o elenco que escolheram é muito, mas muito sofrível. Não convencem. As crianças que me perdoem, são chatas. Mas mais chata é a protagonista com sua peruca ruiva e toda de branco e salto alto. Ela é interpretada por Bryce Dallas Howard. Ela é arrogante, a gerente do parque que recebe milhões. Estão com mais de mil 22 pessoas visitando. O parque quer sempre novidades e o laboratório criou um novo dinossauro. Só que a ganância cria um dinossauro sozinho, violento. Podem imaginar o que acontece. Ela de branco e salto alto, ainda diz que consegue, como se uma mulher elegante soubesse andar de salto bico fino na terra porque quem sabe andar consegue. Quem teve essa ideia nunca andou na terra, muito menos de salto. Não só não dá, muito menos correr. Então são inúmeros furos com momentos dela com sapato baixo e depois aparece de salto. A roupa branquinha até suja, rasga um pouco, mas é tão fake que dá vergonha alheia. Saltos altos, até mesmo quadrados, afundam na terra, ainda mais barrenta como a que eles andam.

E novamente me perdoem os meninos, como são chatos brigando o tempo todo. Os pais enviam os meninos ao parque para passear com a tia. A tia workaholik e mais chata que eles larga-os com uma assistente, novinha e irresponsável de tudo. Os chatinhos dão um perdido na moça e claro, se enfiam em muitas atrapalhadas. Os dois são mal interpretados por Ty Simpinks e Nick Robinson. O melhorzinho é o "herói" do filme interpretado por Chris Patt. As mulheres são desprezíveis nesse filme, então ele merecia um par romântico melhor. Não conseguimos lutar pelos personagens, só pelos dinossauros. Omar Sy está no elenco, Vincent D´Onofrio e Irrfan Khan também.


Jurrassic World faz várias alusões ao filme de 1993 e várias homenagens.



Beijos,
Pedrita

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2023

Jurassic World: Dominion

Assisti Jurassic World: Dominion (2022) de Colin Trevorrow no TelecinePlay. Eu gosto muito dessa franquia, mas esse eu sabia que ia sofrer. Se eu já tinha sofrido pelos dinossauros nos outros, nesse sabia que ia ser pior. Os anteriores que vi comentei aqui.

Com a destruição do parque, os dinossauros se espalharam pelo planeta. O casal e a filha estão escondidos na floresta. Blue e seu filho também. A menina é uma criação, então os cientistas estão procurando-a. Ela e o bebê da blue são capturados.
Os pais vão buscar a filha. Ela está no laboratório que fingem que é para o bem e em subterrâneos fazem pesquisas de domínio e muita, mas muita maldade. O elenco é bom: Chris Pratt, Bryce Dallas Howard, Isabella Sermon, Laura Dern, Sam Neil, DeWanda Wise, Jeff Godblum e Mamoudou Athie. 

Esse filme tem o olhar atual. Os personagens questionam o parque, as maldades que existiam no parque. É muito bom!


 

Beijos,
Pedrita