sexta-feira, 6 de julho de 2018

Jackie

Assisti Jackie (2016) de Pablo Larraín na HBO Go. Eu tenho um certo receio de filmes com pessoas famosas, mas quando esse filme veio na tv a cabo fiquei curiosa pra ver. Amo a Natalie Portman. E a vontade aumentou quando vi uma matéria sobre filmes de mulheres fortes e lá estava Jackie. E que filme impressionante! Também só vi que o diretor é chileno e de grandes filmes que gostei na hora que selecionei o filme para ver.

E Natalie Portman está inacreditável de tão maravilhosa. E fiquei impactada também com a força da Jaqueline Kennedy. O filme começa com uma entrevista real de um jornalista da revista Life poucas semanas depois do assassinado de John Kennedy. O filme passa a mostrar momentos fora de ordem cronológica antes, durante e depois do assassinato. Jaqueline Kennedy segurou John Kennedy no colo, ele caiu em cima dela, ela no carro já percebeu pelo olhar que ele estava morto. Seus assessores quiseram que ela trocasse a roupa para sair do avião, ela disse que eles teriam que saber o que fizeram e vai com sua roupa rosa toda coberta de sangue, só na parte que aparece no rosto ela limpa mais ou menos. 

Por machismo e por acharem que Jackie não estava em condições começam a querer decidir tudo por ela. É inacreditável a força dessa mulher. Ela quer que seu marido seja lembrado, pede informações do funeral de Abraham Lincoln, quer um cortejo igual, quarteirões de caminhadas com figuras importantes do mundo todo. Todos tentam convencê-la que o momento politico é outro, que é arriscado, mas ela não desiste. 

Quem mais apoia Jackie é seu cunhado, Bobby Kennedy interpretado brilhantemente por Peter Sarsgaard. A solidão da Jaqueline Kennedy é doída. Ela tinha assessores, pessoas que cuidavam de tudo a sua volta como sua governanta interpretada brilhantemente por Greta Gerwig, o apoio do cunhado, mas tudo isso ia se esfacelar no futuro. Seriam relações do passado. Os filhos continuariam Kennedy, mas eles iam seguir outros caminhos.

John Hurt faz o padre que a aconselha. Interessante que a conversa não é amigável. Ela questiona várias vezes o padre. Belos diálogos.

O jornalista é interpretado por Billy Curdrup. Casper Phillipson interpreta John Kennedy. Alguns outros do elenco são: Richard Grant, John Carroll Lynch, Max Casella e Beth Grant.

Jaqueline Kennedy era grande defensora das artes, cultura, música.
 
Beijos,
Pedrita

16 comentários:

  1. Não é um filme que me chamou a atenção num primeiro momento.

    Bjos

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    1. hugo, só fui ver pq falaram q eram de mulheres fortes. acho que teria ignorado tb.

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  2. Hello, querida Pedrita!
    Jacqueline Kennedy linda e elegante.
    Esse tipo de filme é uma aula de história, eu amei!

    Beijinhos, bom findes ♥

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  3. Gosto muito dessa atriz e ela foi indicada ao Oscar inclusive.
    Big Beijos,
    Lulu on the sky

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    1. lulu, adoro essa atriz tb e ela está impressionante nesse filme. tanto quanto no primeiro que ela atuou. o profissional.

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  4. Quero assistir. Este acontecimento já foi por demais comentado em livros e outros meios. Porém, até hoje não se conhece inteiramente o teor da entrevista mencionada, pois só parte dela foi liberada.

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    1. marly, foi comentado mas eu pouco li sobre o tema. e na ótica da mulher nunca tinha visto.

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  5. Olá Pedrita
    Gostei do filme, mas não amei, achei cansativo.
    As boas interpretações não foram suficientes para fazerem o filme decolar, talvez o ritmo lento atrapalhou.
    De qualquer maneira Natalie Portman está excelente.
    Bjs Luli
    https://cafecomleituranarede.blogspot.com.br

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    1. luli, eu amei. achei q o ritmo era mesmo o tempo de estado de choque q ela fica.

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  6. Já faz algum tempo que vi esse filme.
    Voltou na programação.
    Sim, o cunhado Bob dá toda assistência a ela.
    O que chocou foi a solidão dela logo em seguida a morte.
    A saída da Casa Branca e a ocupação dos novos moradores foi outra coisa que me chocante.
    Achei cansativo o vai e volta das cenas.
    Mas Natalie Portman está perfeita.

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    1. liliane, vc deve ter visto qd estreou no now e era pago. sim, a solidão é insuportável. mas muito lógica. todas as relações dela eram ligadas ao marido e ao cargo. deixando tudo isso de existir sobrou a solidão até a reconstrução da vida dela. tb me chocou muito a saída na casa branca e a pressão para que tudo fosse feito rápido demais.

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  7. Oi, Pedrita. Não vi esse filme , mas está na lista! ;)

    beijos

    https://ludantasmusica.blogspot.com

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  8. Olá, tudo bem? Eu adorei esse filme. Assisti no cinema. Traz mensagens interessantes sobre a espetaculização... Bjs, Fabio www.blogfabiotv.blogspot.com.br

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    1. fabio, tb me impressionou muito esse filme. eu acho que jackie estava certa em insistir nas honras.

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