domingo, 12 de setembro de 2021

A Invocação do Mal 3

Assisti A Invocação do Mal 3 (2021) de Michael Chaves na HBO. Fiquei eufórica quando vi que esse era o filme de estreia. E aí fiz algo que é passado na minha rotina de filmes, ver na íntegra exatamente na hora que estreou. Amei! Adoro essa série. Só acho hilário que sempre falam que é baseado em uma história real, em um casal de exorcistas. Faz-me rir! O casal real deve ser muito picareta sensacionalista. Mas gosto que apesar de ser inspirado em uma história real a série não economiza em fatos sobrenaturais, principalmente os impossíveis, então fica uma delícia!
Que cartaz pavoroso!

O possuído da vez é um menininho pra lá de fofo (Julian Hilliard). Essa cena da cama d´água vê-se claramente o dublê, na foto não, mas quando a mão sai e puxa o menino, é claramente um dublê adulto e alterna criança e adulto. Sim, mal feito a gente perceber, mas me deu um alívio saber que não é o menininho que passa por aquilo. No trailer dá claramente pra ver o dublê.  Em uma sessão de exorcismo que é um fracasso, o irmão desse menino fofo (Ruari O´Connor) implora ao demônio que deixe o irmão e venha pra ele, o que "acontece". Possuído então esse rapaz mata com requintes de crueldade um homem e é condenado à morte. Eu acho abominável pena de morte, então qualquer desculpa pra tirar o rapaz da execução é válida. 

Eu gosto muito dos atores que interpretam o casal de picaretas, Vera Farmiga e Patrick Wilson. Os atores devem estar muito felizes com a série, porque devem ganhar muito bem pelos filmes. No filme eles são sérios, reais exterminadores de demônios e feitiços. A esposa vê o que não se vê. Adoro esses momentos.

O roteiro é muito bom. Como sempre nesses filmes, fala de famílias perversas. O padre (John Noble) conta que teve uma filha (Eugenie Bondurant). Para esconder da comunidade, porque na religião católica ter filho é crime, quando filho deveria ser uma benção. Ele esconde a criança no porão, onde tem muitos objetos malignos e a criança passa a se interessar por eles. Bom, trancada em um porão não precisava de nada pra ter tanto ódio. Como essa série tenta dizer que a fé e religião que salva, o roteiro poupa os padres do horror que fizeram com a criança. Óbvio que os padres sabiam e óbvio que concordavam com a violência que era praticada com ela para mentir pra sociedade, fingindo que eram cristãos.
Beijos,
Pedrita

10 comentários:

  1. Acredito que seja uma série/filme muito agradável de ver para quem gosta do género.
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    Um domingo feliz
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    Pensamentos e Devaneios Poéticos
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  2. Não faz o meu gênero. Mas os produtores bem que podiam ter aprofundado no questionamento do celibato, que é uma coisa absurda, na minha opinião.

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    1. marly, filmes desses onde exorcizam demônios costumam enaltecer a religião católica.

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  3. Ainda não assisti mas está na minha (enorme) listinha.
    Adoro a Vera Farmiga e o Patrick Wilson.
    O roteiro parece bom.
    Acho interessante trazer à luz essas famílias disfuncionais e o debate sobre a violência, duas coisas que jamais deveriam acontecer 😢😢

    Bjs Luli
    https://cafecomleituranarede.blogspot.com.br

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    1. luli, exatamente, um filme dramática com famílias assim ficaria muito pesado. em filmes de terror encaixam perfeitamente.

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  4. Também gosto destes filmes. O primeiro e o segundo são melhores do do que este, mas que tb é legal.

    Se foi picaretagem na vida real não sabemos, mas com certeza algo estranho ocorreu com as famílias envolvidas. As fotos dos créditos finais são sinistras.

    Bjs

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    1. hugo, eu gosto dessa série. acho que o casal deve ser um bando de picaretas, mas com um bom roteirista e exageros sobrenaturais deram uma boa série.

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