Quando começa a parte da fantasia o filme fica bem bonitinho. O pai some, ele e a mãe são cientistas, tem dois filhos. Uma biológica e um garotinho adotado. Os pais são interpretados por Gugu MBatha-Raw e Chris Pine.
Na viagem para procurar o pai um colega da escola da garota se junta aos irmãos. Seguem na busca a menina, o irmãozinho e esse amigo. Uma graça a menina interpretada por Storm Reid. O irmãozinho dela também é um fofo, interpretado por Deric Mccabe. O garoto por Levi Miller.
As três bruxas lindíssimas são interpretadas por Oprah Winfrey, Reese Witherspoon e Mindy Calling. O filme procurou mesclar bastante as origens de cada personagem. Só uma bruxa me incomodou, a que falava frase e citava os autores. Me incomoda muito esse costume recente de ficar que nem papagaio dizendo frases de efeito fora de seu contexto. Vários amam, mas ler um livro na íntegra que é bom não leem. Também achei o final meio arrastado. Na verdade tem algumas cenas um pouco longas e cansativas como nas pedras balançantes, na escuridão e no começo. Uma edição encurtando um pouco as cenas ficaria bem mais dinâmico. As cenas no colégio são muito clichê.
Outro clichê de filme americano é transformar alguém em herói.
Esse artifício no filme menosprezou dois personagens, o irmãozinho e o amigo do colégio para que fosse só a protagonista a heroína. Transformaram em fracos os dois outros personagens. Esses recursos velhos empobreceram muito a trama. Deveriam ter buscado caminhos mais originais. Os três sendo fortes e desbravadores seria bem mais interessante. A música é muito bonita.
Esse artifício no filme menosprezou dois personagens, o irmãozinho e o amigo do colégio para que fosse só a protagonista a heroína. Transformaram em fracos os dois outros personagens. Esses recursos velhos empobreceram muito a trama. Deveriam ter buscado caminhos mais originais. Os três sendo fortes e desbravadores seria bem mais interessante. A música é muito bonita.
Beijos,
Pedrita






















