sábado, 15 de junho de 2013

Poli com Jean Willys

Assisti Poli com Jean Willys na TV Cultura. Foi a estreia do programa de entrevistas com a ótima jornalista Maria Cristina Poli. Nesse ela entrevistou Jean Willys. Gostei muito do formato do programa. São vários momentos de entrevista. Na casa dele, na praça e terminou na casa de uma amiga. Enquanto isso o programa contextualiza a entrevista. O que acontecia politicamente quando Jean Willys nasceu, quando tinha 15 anos.

Eu gosto muito do Jean Willys como Deputado Federal. A entrevista falou do BBB e nessa época eu não me identificava com ele, inclusive queria que a Grazy Massafera ganhasse. Mas depois que ele se tornou Deputado Federal, suas colocações, seus projetos. Achei muito engraçado ele explicar a origem do seu nome, eu achava que era nome artístico. A mãe gostava de um personagem da fotonovela, Jean, e o pai do carro Aerowillys, então decidiram por Jean Willys. Poli passa sempre aos domingos, inclusive a TV Cultura está com uma ótima programação aos domingos.


Beijos,
Pedrita

terça-feira, 11 de junho de 2013

Faroeste Caboclo

Assisti no cinema Faroete Caboclo (2013) de René Sampaio. Eu queria muito ver esse filme, acompanhei as matérias desde o começo. No início era o Canal Brasil que falava da confecção do filme, depois foram matérias na GloboNews e por último na TV Globo. Eu adoro o casal protagonista, Fabrício Boliveira e Isis Valverde.

Faroeste Caboclo é um filme incrível. Foi excelente a adaptação que fizeram da letra da música de Renato Russo. Li que a mãe do Renato Russo queria um caboclo no papel, e pelo nome da música é compreensível, mas ela depois ficou encantada com o trabalho do Fabrício Boliveira, esse ator é incrível realmente e como é bonito. Isis Valverde também está incrível. As cenas são ágeis, edição inteligente, figurinos e constituição de época, ambientada na década de 79,  incrível.

Um elenco excelente vai aparecendo. Antonio Calloni arrasa em um personagem indigesto, um policial que mais trabalha para quem o paga do que para a polícia. Marcos Paulo faz um senador, pai da protagonista. Gosto muito do ator que faz o pai do protagonista, Flávio Bauraqui. Felipe Abib está excelente como o jovem ricaço e traficante da cidade. César Trancoso faz o primo do protagonista. Está também excelente Rodrigo Pandolfo como o usuário de drogas. A amiga da protagonista é interpretada pela ótima Juliana Lohmann. A namorada do primo por Cinara Leal.

Eu não sei como Faroeste Caboclo repercute no exterior, mas no Brasil o tema é muito atual. Poder, drogas, polícia corrupta, senador inatingível. A letra da música já era impactante, o filme continua impactando e atual. Gostei muito!

Beijos,
Pedrita

domingo, 9 de junho de 2013

Sparkenbroke

Terminei de ler Sparkenbroke (1936) de Charles Langbridge Morgan. Faz tempo que comprei esse livro em um sebo por R$ 10,00. É exatamente dessa coleção da foto, da coleção Clássicos Modernos da Editora Abril. Atualmente esse livro só é encontrado no Brasil em sebos ou em edições estrangeiras.

Obra de Frank Bernard Dicksee

Gostei bastante, embora me identifiquei menos. Há um amor não realizado entre um homem e uma mulher, com final trágico, tipicamente romântico. Como se o amor entre essas duas pessoas não pudesse ser profanado. Estranhei esse gênero de amor romântico em 1936. Nosso protagonista tem uma obsessão por cemitérios e pela morte. Criado em um castelo, ele tem uma experiência macabra em um cemitério na infância e parece passar a vida na busca de retornar essa experiência. Imaginei que os góticos devem adorar esse livro, se é que leem e o conhecem.


Obra Saints'  Church Tower (1889) de Alfred John Keen

O protagonista é um escritor e é inspirado em Shelley e Byron. Ele conhece uma mulher de uma beleza irreal e eles se apaixonam não só pela estética, mas pelo pensamento. Ela também ama poesias. O autor também venera a religião e Deus e faz várias relações de sua obra com as crenças religiosas.

Tanto os pintores, bem como os compositores são ingleses como o autor.


Beijos,
Pedrita

sábado, 8 de junho de 2013

Branca de Neve e o Caçador

Assisti Branca de Neve e o Caçador (2012) de Rupert Sanders no Telecine Pipoca. Gostei muito! O roteiro tem muita ação, escuro, mais dramático e foi muito bem desenvolvido. Branca de Neve e o Caçador é bem violento, ágil, ótimos efeitos especiais e belo esteticamente.

Kristen Stewart que me perdoe, mas a Charlize Teron é muito mais bonita que ela. Difícil o filme convencer que a atriz que interpretou a Branca de Neve era muito mais bonita que a Madrasta.

De qualquer forma, a Kristen Stewart atua muito bem e acaba convencendo pela interpretação, mais que pela beleza. Gosto dessas mocinhas não tão mocinhas, corajosas e guerreiras, que lutam e conquistam o poder pelo mérito. Muito bem também está o Caçador interpretado por Chris Hemsworth. O mocinho também não ser tão mocinho e ter uma bela e triste história foi bacana. Branca de Neve e o Caçador é um bom entretenimento, mantém a ação o tempo todo, cria situações interessantes e inovadoras sempre. E os efeitos especiais são lindos, bem criativos e convincentes. Belíssimos cenários e figurinos. Bem sofrível a interpretação do personagem William por Sam Claflin. Alguns outros do elenco são: Ian McShane, Bob Hoskins, Sam Spruell, Nick Frost, Eddie Marsan, Johnny Harris, Brian Gleeson e Vincent Regan.



Beijos,
Pedrita

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Doramundo

Assisti Doramundo (1977) de João Batista de Andrade no Curta!. Eu estava vendo nos canais que filme ia começar às 22h e vi esse começando, vi os nomes do elenco, só atores incríveis, e quis ver. Adoro esse diretor e esse filme é ótimo. Doramundo é baseado no livro policial de Geraldo Ferraz, ambientado em 1939, e o roteiro adaptado foi realizado pelo diretor e por Wladimir Herzog que foi torturado e morto em 1975.

Filmaram em Paranapiacaba. A história se passa na ferroviária. Uma cidade que vive em torno da ferrovia. Há pensões, trabalhadores, bares, uma pequena cidade. Começam a ter assassinados com os trabalhadores noturnos da ferrovia, todos solteiros. O elenco é incrível: Rolando Boldrin, Irene Ravache, Antônio Fagundes, Denise Del Vecchio, Armando Bógus, Aldo Bueno e Celso Frateschi. A música é de Almeida Prado.

Beijos,
Pedrita