Assisti Pets2 (2019) da Ilumination no TelecinePlay. A direção é de Chris Renaud e o roteiro do Brian Lynch. Eu adoro essa série. O 2 agora tem o nome A vida secreta dos Pets2. É uma graça!
A família do protagonista agora tem um bebê. O cachorrinho está estressado e por isso coça-se muito. Em um fim de semana na fazenda, ele vê outras possibilidades de atividades.
A outra trama foi a que mais gostei. Muito fofa a outra, mas gostei demais dessa e de tantas questões. Um cachorrinho se afeiçoa a um tigre que vai para um circo. Praticamente no mundo todo é proibido animais em circos. No Brasil faz tempo, por sorte recentemente Portugal também passou a proibir. Em geral os animais sofrem demasiadamente no circo, desde maus tratos, fome, condições insalubres. Os Pets juntam-se pra salvar o tigre.
Amei a cachorrinha treinando pra ser gatinha pra resgatar a abelhinha do amigo. Amei ela ir na casa da senhora que tem muitos gatos. Tudo é muito fofo, inteligente. Gostei muito!
Assisti Ma (2019) de Tate Taylor no TelecinePremium. Voltei na data pelo controle remoto para assistir já que o filme não entrava no TelecinePlay. O roteiro é de Scotty Landes.
Eu amo a Octavia Spencer! E que personagem complexo, que atuação, que atriz! O filme até é mediano, mas ver Spencer brilhar vale cada segundo do filme. Um grupo de adolescentes, vários imbecis, ficam na frente de um mercado esperando que um maior de idade aceite comprar bebida alcoólica pra eles. Ma aceita! Inicialmente achei que fosse um filme de fantasminha ou ela fizesse isso por carência, pra ter amigos.
Ela vai ganhando a confiança dos jovens até que eles aceitem ir beber no porão de sua casa. Tudo o que eles comentam que seria ótimo ter no lugar, na festa seguinte está lá. É em uma dessas festas que eu achei mesmo que era por carência, ela se veste toda moderna e participa animadamente da festa como uma adolescente.
Ma trabalha em uma clínica veterinária e comecei a desconfiar que desviava remédios veterinários e colocava na bebida dos rapazes. De novo achei que era para abusar deles, ou pra ter eles pra ela. Mas aos poucos há flashes backs da adolescência de Ma e da maldade juvenil. É um bom roteiro. O filme é Ma, é Octavia Spencer, todo o resto é acessório. Bravíssima!
Eu fiquei na dúvida se perdi alguma coisa. Descobrimos ao longo do filme que Ma é mãe de uma menina doente. Fiquei achando que a doença era criada pela mãe com os remédios que ela mesma injetava, mas não ficou claro no final. Inclusive achei que a mãe tentava proteger a filha de sofrer alguma violência preconceituosa na escola fazendo ela doente e tendo que ficar em casa. Mas nada fica claro ou perdi alguma coisa. Alguns outros do elenco são: Dianne Silvers, Juliette Lewis, McKaley Miller, Coreyl Fogelmanis, Dante Brown, Tanyell Waivers, Kyanna Simone Simpson, Gianni Paolo, Missi Paly e Luke Evans.
Assisti Menashe (2017) de Joshua Weinztein no HBO Mundi. Os canais Max passam agora a ser HBO, acho que há lógica já que é do mesmo pacote. E o Max que mais gosto passou a ser Mundi, por enquanto renovou consideravelmente os títulos de filmes. Menashe já estava na grade, mas surgiram outros títulos interessantes. Espero que não seja só no começo e depois passe a repetir exaustivamente como vinham fazendo. Eu pus pra gravar. Recentemente fiz umas atualizações com a Net pra ganhar menos, mudaram e aumentaram muitos recursos mesmo eu pagando menos, continua caro, mas acho que estão se esforçando, que assim continuem. Mas o sistema de gravação que é tão importante ao meu trabalho mudou. Os canais Max não levam a programação para o Now, então como vejo aos poucos, prefiro gravar. Os sistemas de tv a cabo mais antigos ainda não entenderam que a forma de ver televisão, filmes e séries mudaram. Esse novo sistema de gravação só vem dando problema e as dedicadas e educadas atendentes não conhecem o serviço, elas acham que é outra questão. O sistema de gravação vem ficando dias sem funcionar. A pobre da moça pedia para eu apagar o que gravei e gravar de novo. Por sorte eu disse que não ia fazer porque os filmes dificilmente passam de novo. Como da primeira vez, o sistema voltou vários dias depois sem erro algum. Espero que ajustem esse serviço porque eu uso muito.
Eu tive muita dificuldade em ver esse filme. Culturas exacerbadamente machistas me incomodam profundamente. Mesashe é pai. Atrapalhado, ele tem dificuldade de administrar a sua vida sozinho. O irmão da esposa que cuida do filho. É fato que ele tem uma vida mais regular que o pai, inclusive financeiramente. Tem esposa, filhos, então o garoto tem uma vida mais regrada. Mas é muita crueldade o que fazem com esse pai que não quer casar novamente para ter que ter o direito de ver e ficar com o filho.
As mulheres são inexistentes no filme, praticamente não tem voz. Talvez esse seja um motivo que o pai não saiba cuidar do filho, passou a vida sendo cuidado, não sabe como fazer. Mas isso não tira o direito dele de ficar e ver o filho. Essa cultura inclusive só aponta o dedo. Todos, sobre qualquer assunto, estão sempre diminuindo e acusando os outros. Deve ser difícil viver em um grupo assim. E também há rituais demais religiosos, pra comer, pra dormir, pra trabalhar, tem pouco tempo para outras atividades. Desinformados e informados só pelos livros sagrados, eles tem uma visão limitada da vida, desatualizada e fora da realidade. Tanto que precisam viver só entre eles pela dificuldade de socialização e de costumes. O protagonista é interpretado por Menashe Lustig, o filho por Ruben Niborski. Alguns outros por Josh Alpert, Abraham Bresky e Jorge Cea.
Assisti a peça infantil O Senhor dos Sonhos na Mostra Panorama Trucks da Cia. Trucks no Teatro Viradalata. Que graça de peça! Eu amo teatro de bonecos, fiquei bem ansiosa pra ver esse. A Cia. Trucks comemora 30 anos, vejam que incrível. Uma companhia de teatro de animação com tanto tempo de existência, que orgulho!
Todas as peças dessa série falam do sonho, tema que amo. O Senhor dos Sonhos conta a história de Lucas, ele é um menino muito sonhador, viaja no seu barquinho, cai em uma ilha onde tem um macaco. Quando acorda, Lucas tem um cachorrinho. Muita ternura. Gosto de peças que mostrem as crianças que elas mesmas podem em casa criar as suas histórias com bonecos, estimulando a criatividade. Me emocionei muito com a história.
A foto é de Henrique Sitchin
Eu fiquei encantada com o Teatro Viradalata, eu sei, eu ainda não conhecia, mea culpa. Além da parte interna do teatro ser moderna e aconchegante, há vários outros espaços, inclusive um jardim com árvores. Nessa parede bege agora está pintado um pouco da história do Brasil com desenhos, que encanto. Eu fui com uma amiga que conheço há anos pela internet e finalmente nos conhecemos pessoalmente já que ela mudou-se para São Paulo. A Mostra Panorama Trucks acontece todo fim de semana no Teatro Viradalata com peças infantis diferentes até 8 de março.
Assisti Hellboy (2019) de Neil Marshall no TelecinePlay. Esse herói é de HQ feito pelo Mike Mignola e o filme surgiu com o Guillermo Del Toro. Não é meu gênero preferido, mas é meu diretor preferido, então vi os primeiros e gostei.Nesse Hellboy é interpretado por David Harbour.
Como é um gênero que não gosto, fico sem paciência para as inúmeras cenas de lutas que não faltaram nesse e foram demasiadas. Hellboy é um herói debochado, não achei graça nas piadas. Dois heróis juntam-se a eles, gostei muito dos atores e personagens: Sasha Lane e Daniel Dae Kim. No final parecia uma cópia de Liga da Justiça, que fariam um filme posterior com 3 heróis e não um só, ai que preguiça.
A maravilhosa Milla Jovovich é a vilã. O roteiro mistura a lenda do Rei Arthur no filme. Hellboy seria filho de um descendente do Rei Arthur e portanto poderia pegar a espada. A vilã é a Nimue que o Rei Arthur picou em pedaços, enterrando em vários lugares. Durante o filme ela vai sendo reconstruída. Ainda no elenco estão: Ian McShane, Alistair Petrie, Penelope Mitchell, Sophie Okonedo, Emma Tate e Brian Gleeson.