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domingo, 24 de junho de 2012

Nightvisions de Luiz Braga

Fui na exposição Nightvisions de Luiz Braga na Galeria Leme. São fotos da Amazônia com uma técnica incrível, que tem esse efeito lindo. Eu conheci o trabalho do Luiz Braga em fotos de Brinquedos de Miriti que ele fez para o projeto Brasil das Artes há vários anos, quando eu vi que ele ia abrir uma exposição não hesitei em ir. Luiz Braga é de Belém do Pará. As fotografias são lindas, essa é Igapó de 2009.

Essa foto é Fé em Deus de 2006. O resultado desse trabalho é muito impactante, os recursos que ele foi utilizando para conseguir esse resultado impressiona. São grandes ampliações, a mostra está muito bonita, vai até 21 de julho e é gratuita.

Esse vídeo com fotos de Luiz Braga é lindíssimo!

Beijos,

Pedrita

terça-feira, 20 de maio de 2025

Luiz Braga - Arquipélago Imaginário

Fui na exposição Luiz Braga - Arquipélago Imaginário no IMS Paulista. Eu adoro esse fotógrafo e ele recebeu uma mostra à altura do seu trabalho. São dois andares no IMS com inúmeros trabalhos, 258 fotografias, sendo 190 inéditas. Eu fui com um amigo, interessante que nós dois fizemos fotos do que gostamos e eram cliques e escolhas completamente diferentes. Nem parecia que tínhamos ido na mesma exposição. E interessante que eu sempre vou com amigos no IMS. Em geral eu passeio sozinha, 99% das vezes estou sozinha, mas no IMS nunca fui só. Na mostra foi lançado um livro com obras do artista que está disponível pra venda na Livraria Travessa que tem no local.

Luiz Braga é especialista em fotografia do Pará. Eu gosto muito dessa seleção de fotos da mata e dos moradores com a mata.

Eu adoro as fotos com redes. Luiz Braga chegou a participar no passado de uma mostra no CCBB com redes e algumas fotos estão no IMS. Há vídeos com o fotógrafo na mostra, várias cronologias, textos comentários, é uma bela exposição. Luiz Braga - Arquipélago Imaginário fica em cartaz até setembro e é gratuita.

Beijos,
Pedrita

segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Interiores, Retratos e Paisagens de Luiz Braga

Fui a exposição Interiores, Retratos e Paisagens de Luiz Braga na Galeria Leme. Eu adoro esse fotógrafo e essa mostra traz ensaios ambientados no norte do país, onde ele vive e gosta de trabalhar dando uma identidade única, inquietante e deslumbrante.

Essa foto é Rabeta na Chuva (2019)

Obra Barco no Tapajós (1999)





Obra Constelação na Cozinha (2019)

Além de fotos de paisagens, Luiz Braga gosta muito de fotografar o modo de vida das pessoas, os objetos, as cidades rurais.

Obra Interior em Casa Verde (2019)

Eu já vi uma mostra individual do fotógrafo e fotos dele em outros trabalhos.

A exposição Interiores, Retratos e Paisagens de Luiz Braga fica em cartaz na Galeria Leme até o dia 28 de setembro e é grátis!

O vídeo é de outra mostra.

Beijos,
Pedrita

domingo, 30 de junho de 2024

Luiz Braga: Colorista

Fui a abertura da exposição Luiz Braga: Colorista na Galeria Leme. Amo esse fotógrafo, suas obras são inacreditáveis. Essa é Juliana e Luzes de 2013.

Luiz Braga está prestes a completar 50 anos de carreira. Boa parte de seu trabalho são nos recônditos do Pará, na vida cotidiana de pessoas que vivem distante dos grandes centros. Essa foto é Entrando no Palco de 1993. Algumas obras foram registradas na Bahia. São 19 fotografias em uma belíssima montagem nessa galeria que tanto adoro.

Foto Rede no Paracauari de 2023

Foto Olhar em Azul de 2021

Luiz Braga: Colorista fica em cartaz até 10 de agosto. A entrada é gratuita.
Beijos,

Pedrita

domingo, 26 de maio de 2019

Exposição Vaivém

Fui a exposição Vaivém no Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo. A curadoria é de Raphael Fonseca e é sobre redes. Fiquei fascinada antes mesmo de ir ver. Adoro que espaços como esse possam trazer grandes artistas e exposições, não só pelo suporte financeiro, mas porque atendem todas as exigências de segurança que as grandes obras tem. Mas eu amo também exposições mais intimistas, e redes estão no nosso imaginário, pelo menos no meu, e quem sabe de muita gente.

Foto Barco em Santarém (2007) de Luiz Braga

Além das redes, há fotografias, telas, livros, objetos, que remetem a redes. São 300 obras. Eu adoro o Luiz Braga, dele estão três fotos feitas no Pará. Incrível esse barco repleto de redes.

Foto Peregrino, Mulundus, Brasil (1948) de Pierre Verger

Há fotos históricas de Pierre Verger feitas na década de 50 e de Claudia Andujar das tribos Yanomamis na década de 70. Nas obras de arte tem pinturas com redes de J. Borges, Frans Post, entre outros. Eu não tinha ideia que J. Borges tinha fotos com redes, fui na postagem da mostra dele que vi e não achei as obras com redes, nem na internet. Após essa exposição fiquei com a sensação que vou começar a ver redes em tudo.

A mostra traz o Macunaíma de Mário de Andrade e o seu livro em quadrinhos, além de trechos do filme. HQ do Zé Colméia. Obras do Mestre Vitalino. É uma mostra muito rica. E minhas amigas de outros estados podem se animar que além de gratuita ainda vai viajar para os outros CCBBs de Brasília (setembro/2019), Rio de Janeiro (dezembro/2019) e Belo Horizonte (março/2020). No CCBB São Paulo fica em cartaz até 29 de julho e a visita é grátis!

Beijos,

Pedrita

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Gogô

Fui ao show do Gogô no Sesc Vila Mariana. Esse compositor e pianista estava em uma noite inspirada, além de mostrar belas músicas que povoaram os seus 50 anos de carreira, contou várias histórias. Em alguns momentos ele tocou ao piano, às vezes cantou, outras com a banda, Zé Alexandre (contrabaixo) e Edu Ribeiro (bateria).. E outras com os grandes intérpretes Ana Maria Brandão e Zé Luiz Mazziotti. No repertório grandes canções: Copacabana de João de Barro e Alberto Ribeiro – com Zé Luiz Mazziotti
Choro pro Zé de Guinga e Aldir Blanc – com Zé Luiz Mazziotti
O que é Amar de Johnny Alf – com Ana Maria Brandão
Se Queres Saber de Peter Pan – com Ana Maria Brandão
Sábado em Copacabana de Dorival Caymmi e Carlos Guinle – com Gogô
Doce de Coco de Jacob do Bandolim – com Gogô
Go-gô de Leandro Braga – com Leandro Braga
Lacaniana de Alessandro Penezzi – com Gogô
Por Causa Desta Cabocla de Ary Barroso e Luiz Peixoto – com Gogô


Youtube: Zé Luiz Mazziotti - Choro Pro Zé


Beijos,

Pedrita

sábado, 20 de dezembro de 2008

O Piano de Gogô

Fui no show de lançamento do CD O Piano de Gogô na Livraria Cultura do Conjunto Nacional. O show foi no Teatro Eva Herz só com feras da Música Popular Brasileira. Claro, o próprio Gogô, pianista que começou sua carreira tocando com Dick Farney, que ficou por 10 anos com ele. Nesse show o Gogô estava ao piano e cantaram as ótimas Alaíde Costa e Ana Maria Brandão e o incrível Zé Luiz Mazziotti. Havia ainda um contrabaixo e uma bateria. O repertório era belíssimo. Zé Luiz Mazziotti interpretou uma música que ficou muito conhecida na voz do Dick Farney, Copacabana de João de Barro e Alberto Ribeiro. Uma que gosto mais do CD é O que é Amar de Johnny Alf com a Ana Maria Brandão.

Alaíde Costa interpretou Se Eu Pudesse de Jair Amorim e José Maria de Abreu e Noturno (em tempo de samba) de Custódio Mesquita e Ewaldo Ruy. Gogô ainda tocou duas músicas sozinho ao piano: Doce de Coco de Jacob do Bandolim e Chegaste, dele mesmo. Estava lotado o teatro e foi um belíssimo show! Gostei muito do CD que conta com 31 músicos. Outros que estão só no CD são: Proveta (Clarinete e Sax Alto), Guinga (Violão), Leandro Braga (Piano), Zeca Assumpção (Contrabaixo), Edu Ribeiro (Bateria), Alessandro Penezzi (Violão), Edson Alves (Violão), Edmilson Capelupi (Violão de 7 cordas), Toninho Carrasqueira (Flautas) e quarteto Ensemble SP (Betina Stegmann e Nelson Rios, violinos, Marcelo Jaffé, viola e Robert Suetholz, violoncelo), pianista, compositor e arranjador Leandro Braga, o baterista Edu Ribeiro e o arranjador Rodrigo Morte.
Música do post: Sábado Em Copacabana_Copacabana
com Gal Costa


Beijos,

Pedrita

quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Recital do Centro de Música Brasileira

Fui ao recital do Centro de Música Brasileira no Centro Britânico Brasileiro. Primeiro se apresentou o duo Fábio Brucoli ao violino e Rosana Diniz ao piano. Que repertório lindo que eles interpretaram e que obras de difícil execução.

Foto de Marcelo Donatelli
Programa: 


Camargo Guarnieri
Canto nº 1

Cantiga lá de longe 
Cantiga de ninar 
Encantamento


Osvaldo Lacerda - Três Danças Brasileiras Antigas (Chote, Lundu e Valsa)

Almeida Prado - Cantiga de amizade

Amaral Vieira – Novelette opus 265

Depois tocou o duo Luiz Garcia na trompa e Kathia Bonna ao piano. Outro lindo repertório novamente com excelente interpretação. Eles tocaram uma composição da pianista, surpreendente. Ela é casada com um trompista e fez uma obra onde o som da trompa ia para as cordas da caixa do piano para reverberar criando outros sons, que incrível! Luiz Garcia lembrou que Francisco Braga é o compositor do Hino a Bandeira.

Programa:

Francisco Braga - Canção de Outono

Guerra-Peixe - Espaços Sonoros

Kathia Bonna – Imagens

Osvaldo Lacerda - Três Peças

Esse lindo recital foi gratuito.



Beijos,
Pedrita

sábado, 15 de abril de 2017

Órfãos do Eldorado

Terminei de ler Órfãos do Eldorado (2008) de Milton Hatoum da Companhia das Letras. Eu adoro esse autor e quis ler esse livro porque há um filme dele que ainda não consegui ver. Quando o filme veio para a tv a cabo gravei e comprei o livro em um sebo para ler antes. E os dois ficaram aguardando. Lindíssima essa capa! Uma foto do maravilhoso Luiz Braga, Janela em Marabá (2005).

O Curupira de Moacir Andrade

O livro começa com um narrador, ele mistura a sua história com as lendas que ouviu dizer ou que contaram a ele. Órfãos do Eldorado tem um texto todo poético, misturando lendas e relatos, fatos e fragmentos. No início várias lendas foram contadas na infância e não são lendas fáceis, são trágicas e fortes. Em um momento o algo aconteceu com o navio, nosso protagonista tem uma grande dificuldade de saber o que aconteceu porque muitas histórias parecem lendas, invenções. Algo aconteceu que o pai coloca o filho em uma pensão, o pai não quer mais o filho vivendo com ele. Nunca entendo esses castigos excessivos dos pais. Nunca mais o pai fala com o filho e descobrimos que não foi nada tão grave assim que um fim de semana sem falar e de bronca não passaria a raiva. Sempre acho que pais violentos assim na verdade queriam mesmo era uma desculpa para se livrar dos filhos. O inverso também acontece, talvez até com mais frequência.
Obra de Pedro Falabella

Aos poucos vamos conhecendo a sua história. O rapaz acaba não fazendo nada. É um amigo do pai que estimula ele a ir estudar direito, ele começa mas larga. Ele se apaixona por Dinaura, a bela órfã. Tudo é mágico e triste nessa história de uma profunda solidão.

Beijos,
Pedrita

quinta-feira, 26 de dezembro de 2019

Retrospectiva 2019

Foi um ano de muitos eventos culturais. Vou dividir por tema, quem quiser só olha o tema de interesse.
Cinema
Foi difícil escolher, foi um ano de grandes filmes.
1 - Los Silencios
2 - Joaquim
3 - Berenice Procura
4 -O Jabuti e a Anta



Livros
Tenho procurado ler livros de escritoras, mas acabou sendo coincidência que todos os que gostei mais foram escritos por mulheres.


Teatro
2 - Invocadxs
3 - Zibaldone




Beijos,
Pedrita